Otorrinolaringologista – Dr Carlos Maeda CRM 19823 RQE 13369

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Conheça a Rinoplastia Estruturada

O termo “Rinoplastia Estruturada” surgiu nos últimos anos para revolucionar a cirurgia estético-funcional do nariz. Os principais nomes da Rinoplastia no mundo, dentre eles o Dr Dean Toriumi (Chicago – USA) e o Dr Rick Davis (Miami – USA), ensinam, aperfeiçoam e divulgam essa filosofia. Tal técnica consiste em “Estruturar”o nariz através da utilização de enxertos nasais retirados da própria estrutura do septo nasal, ou de outras partes no corpo tais como a cartilagem de orelha ou dos arcos costais do paciente.

A principal pergunta que se faz é: “Por que essa técnica é melhor que as outras?”. Há várias questões envolvidas para se responder a tal pergunta. A primeira e a mais importante: a Rinoplastia Estruturada tem se mostrado mais eficaz em preservar a forma estética do nariz ao longo dos anos. Sabe-se, através de vários estudos, que a técnica tradicional “antiga” tende a modificar a forma do nariz nos primeiros 5 anos de pós-operatório. Consequentemente ocorre uma diminuição e retração das cartilagens nasais, o que leva a um resultado muito diferente do adquirido nos primeiros meses após a cirurgia. Em segundo lugar, a estruturação nasal permite a preservação e melhoria duradoura da função respiratória nasal. Isso porque, os enxertos alocados na posição correta aumentam a passagem do ar através da expansão da chamada “válvula nasal”. Por fim, os resultados da Rinoplastia Estruturada tendem a deixar o nariz com uma estética mais “Natural”. Uma das críticas em relação a rinoplastia redutora (antiga) é o de deixar o nariz “Artificial”. É unânime a posição dos cirurgiões em deixar um nariz mais próximo da Naturalidade.

Sabemos que existem opiniões diversas a respeito das inúmeras técnicas em Rinoplastia. Não somos os donos da verdade, entretanto, a constante atualização e estudo nos permite proporcionar ao paciente o melhor resultado estético e funcional para a sua cirurgia.

Rinoplastia Primária e Secundária

Entenda a Rinoplastia Primária e Secundária

Rinoplastia Primária e Secundária

Os termos “Rinoplastia Primária” e “Rinoplastia Secundária”, surgiram para explicar casos de primeira e segunda operação. Parece simples, entretanto é uma questão realmente complexa. Isso porque, existem vários fatores cirúrgicos envolvidos para tratar do assunto. O paciente que procura o cirurgião pela primeira vez e que nunca fez cirurgia estética nasal, tratamos como Rinoplastia Primária. A vantagem de tal procedimento é a captação do enxerto, a qual é realizada através do septo nasal. Nesse caso, não há a necessidade de realizar incisões em outros locais do corpo, e a confecção do acesso cirúrgico tende a ser mais “fácil” para o cirurgião. Mas nem sempre é tão simples, como havíamos dito. Existem situações em que a Rinoplastia Primária necessita de enxertos de outras localidades. Um dos casos é aquele em que o paciente não possui cartilagem de septo nasal suficiente para a estruturação nasal. Isso deve ser explicado previamente na consulta médica.

A Rinoplastia Secundária ocorre quando não se conseguiu um resultado estético e/ou funcional adequado a partir da primeira cirurgia. Nesses casos, geralmente precisamos da utilização de enxertos retirados de cartilagem de orelha ou costela. A cirurgia se torna mais complexa e demorada, e o nariz possui mais aderências, necessitando de muita habilidade e experiência do cirurgião. Muitas vezes a “culpa” pelo resultado insatisfatório não é necessariamente de quem realizou a cirurgia. Existem várias questões para explicar tal fato. A primeira é a técnica utilizada. A chamada Rinoplastia Redutora (antiga) acarretava em retrações e modificação da forma do nariz nos anos subsequentes à cirurgia. Por isso , preferimos a Rinoplastia Estruturada para minimizar tal efeito. Em segundo lugar, cada paciente possui uma cicatrização diferente. Existem casos em que ocorre a formação de fibrose com modificação completa da forma do nariz. Através da utilização de massagens e infiltração de substâncias que retardam ou dissolvem a fibrose, conseguimos minimizar ou recuperar a forma, mas nem sempre é possível. Por fim, há situações em que, mesmo com a técnica adequada, o nariz se modifica, pois pode ocorrer migração dos enxertos e absorção dos pontos de fixação, rejeição dos fios, infecção local, entre outros.

Como havíamos dito, a Rinoplastia Primária e Secundária possui suas particularidades. Mas no “final da história” a grande maioria dos pacientes conseguem o chamado “nariz dos sonhos”. A dica é: escolha muito bem seu cirurgião porque Rinoplastia é uma cirurgia com muitos detalhes.

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